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Mais uma postagem politicamente incorreta pra pra você.

Posto de abastecimento em Caracas com o cartaz escrito “não há gasolina”, em 14 de maio de 2020 – AFP/Arquivos

Acabou a gasolina na Venezuela mas nossa mídia parece não saber.

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Fonte: DW.com

De acordo com cifras de 2015 da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), a Venezuela tem as maiores reservas de petróleo bruto do mundo, com mais de 300 milhões de barris. Isso coloca o país à frente de Arábia Saudita (266 milhões de barris), Irã (158 milhões de barris) e Iraque (142 milhões de barris). 

Com a maior reserva petrolífera mundial, país está à beira do colapso. Lojas vazias e hospitais sem remédios levam população ao desespero. Economia sem diversificação, dependente do “ouro negro”, está na raiz da crise.

Vídeo enviado pras redes sociais nessa primeira semana de julho de 2020 por um venezuelano.

Um sistema econômico destinado a libertar os venezuelanos da pobreza e de um governo corrupto agora os está matando de fome. Subsídios alimentares, acesso ao ensino superior e ao sistema de saúde eram apregoados por Hugo Chávez como provas de que sua revolução socialista era um sucesso.

Mas foi também nos tempos de Chávez no poder, entre 1998 e 2013, que foram criados dois fatores que estão na raiz da atual crise econômica da Venezuela: a expropriação da indústria do petróleo em nome da nacionalização e a expansão dos produtos importados.

Nicolas Maduro, seu sucessor escolhido a dedo, continuou esta tendência quando assumiu o cargo, em 2013. A Venezuela está enfrentando a pior crise econômica de sua história e a menor produção de petróleo – apenas 2,5 milhões de barris por dia – em 23 anos.

Abaixo, cinco pontos-chave para se entender o que deu errado:

1. Rico em petróleo, pobre em dinheiro

A falta de diversificação está por trás dos problemas econômicos da Venezuela.
De acordo com cifras de 2015 da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), a Venezuela tem as maiores reservas de petróleo bruto do mundo, com mais de 300 milhões de barris. Isso coloca o país à frente de Arábia Saudita (266 milhões de barris), Irã (158 milhões de barris) e Iraque (142 milhões de barris).

Mesmo que petróleo não seja dinheiro, o governo venezuelano gastou seu dinheiro como se fosse petróleo. A falta de transparência dificulta que se determine números exatos sobre os gastos. O que é certo, porém, é que Chávez colocou o ouro negro no centro de sua economia: mais de 90% das exportações da Venezuela e aproximadamente metade da receita do governo vêm do petróleo. Maduro continuou pelo mesmo caminho.

Quando o preço do petróleo caiu de 115 dólares por barril em 2014 para quase metade disso, o PIB da Venezuela encolheu 10%. O custo de um barril de petróleo pairava em cerca de 50 dólares no fim do governo Maduro e hoje, com a crise do vírus chinês, está cotado a U$ 0,00.

2. Petróleo sem know-how é inútil

Os preços do petróleo não contam toda a história. A abordagem de Chávez para lucrar a partir do petróleo – que foi agravada por seu sucessor – pode ser resumida em uma palavra: má gestão.

A Petróleos de Venezuela (PDVSA), empresa estatal de petróleo da Venezuela, passou por uma greve em 2002, após um golpe fracassado para remover Chávez do poder. Em resposta, ele demitiu cerca de 18 mil funcionários da empresa. A medida marcou o início de uma abordagem intrusiva na gerência da estatal do petróleo.

Em 2006, Chávez começou outro movimento perigoso: minimizando investimentos em infraestrutura e maximizando o controle dos campos de petróleo. A produção caiu, sem a ajuda de tecnologia de ponta de empresas estrangeiras, para não mencionar produtos, como injeções de gás natural para extrair óleo.

Em 2017, Caracas importou 50 mil barris de petróleo leve apenas para preparar petróleo bruto pesado para exportação. Sem ele, o petróleo venezuelano é inútil.

Venezuela em crise: Maduro não poderá pagar pelo armazenamento de petróleo.

Fonte: Epoch Times

O mercado de petróleo está em sua pior crise da história. O preço do petróleo chegou a menos de US$ 0 o barril, o que significa que 159 litros custam muito menos do que uma lata de refrigerante. A Venezuela, o país com as maiores reservas de petróleo, entra em um limbo econômico em meio à pandemia mundial e à escassez de combustível.

“Coloque o petróleo em zero dólar e a Venezuela não entrará em crise”, disse Hugo Chávez em uma voz de orgulho em 2009, quando a cesta de petróleo venezuelana ficou em média com US$ 83 por barril e manteve uma produção próxima a 3 milhões de barris por dia. Onze anos depois, o barril está sendo negociado abaixo de um dólar e a economia do país petrolífero está à beira do colapso.

O petróleo é tão barato que os produtores estão pagando aos guardas do armazém para armazenar os barris. Este é o preço mais baixo desde 1983. O que o regime Maduro fará se não tiver dinheiro ou pagar por esse serviço?

Com esses preços, o país governado por Maduro perde sua principal fonte de renda e força o regime a repensar a situação econômica que há meses se baseia no mercado de ouro e no tráfico ilegal desse mineral.

Produção de petróleo da Venezuela retrocede a níveis de 1943

Fonte: IstoÉ Dinheiro

A produção de petróleo da Venezuela caiu para 570.000 barris por dia em maio, segundo a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), um declínio que a coloca em níveis de mais de sete décadas atrás e torna ainda mais sombria a perspectiva de uma economia devastada.

Com um pico de produção de 3,7 milhões de barris diários em 1970, a indústria petrolífera venezuelana alcançou os níveis mais baixos desde 1943, quando sua oferta era em média de 491.463 barris diários, segundo dados oficiais.

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12 respostas

    1. É sim. É tendência mundial entre o pessoal que quer melhorar o mundo derrubando o que já está pronto pra construir outro no lugar. Se você achou nojento, você é normal como eu. Como a maioria.

  1. Sem álcool em gel já estaríamos todos mortos, mas parece que algumas pessoas não entendem como é importante ouvir os especialistas.

  2. Para o brandy ser considerado Cognac, necess rio que as uvas tenham sido cultivadas, fermentadas e destiladas na Fran a, mais especificamente na regi o de Charente, ao norte de Bordeaux. l que est localizada a cidade de Cognac, que deu nome bebida.

    1. Não. Errado.
      O Conhaque originou-se na região de Cognac, próxima a costa leste, quando marinheiros franceses, precisando de espaço nos porões dos navios, resolveram destilar o vinho popular produzido ali. Do acondicionamento dessa bebida destilada em barricas de carvalho, surgiu a cor dourada, hoje típica do conhaque. A região não fica em Bordeaux, fica longe, bem ao norte do outro lado do Garona (Garonne).

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