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Mais uma postagem politicamente incorreta pra pra você.

BRT parou pro prefeito poder voltar a dar moleza pras empresas?

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BRT parado?
Não duvido de tudo ter sido combinado com o Paes antes, pra ele poder voltar a dar incentivos fiscais e aumentar a passagem.

Nas entrevistas de hoje, o prefeito só falou nesse assunto: “quando eu dei incentivos eu fui acusado por isso isso, o sistema tá abandonando, sem REAJUSTAR os valores das passagens há muito tempo”.

Todos sabemos da relação de Paes com o financiamento de campanha com a máfia dos ônibus do Rio.

Digo máfia pq compraram suas concessões e ninguém tem coragem de arriscar a vida

fazendo a licitação que custaria cerca de 6 bilhões de reais aos empresários.

Por que os motoristas pararam?

Voce acredita mesmo que foram os motoristas, a parte mais frágil da corda, que decidiram parar?

Normalmente eu diria “não seja ingênuo! Toda paralisação até hoje foi feita pelos sindicalistas, em conluio ou não com os empresários”, mas dessa vez REALMENTE FORAM OS MOTORISTAS QUEM DECIDIRAM PARAR.

O motivo da paralisação foi o atraso de salários e do 13⁰, como um amigo motorista de BRT me explicou via WhatsApp:

Semore me pergunto: por que os donos das empresas não vendem um de seus helicópteros pra pagar o que devem? Tem família que tem de dois a três aeronaves, a do Jacob Barata por exemplo, tem 4: um pra ele, um pra esposa e outros dois sabe-se lá pra quê. Vende uma pô! Paga os funcionários, depois compre outra.

Mas pra que cortar na própria carne se a inadimplência serve de barganha e moeda de troca com o estado?

Vale lembrar: Paes abriu mão de cobrar empresários na última
licitação

A QUESTÃO DA TARIFA DE ÔNIBUS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO!

VEREADORES VENDEM SUAS ALMAS, PREFEITOS FAZEM CORPO MOLE.

Fonte: Diário do Rio.

1. Em 1998 a Câmara Municipal prorrogou a permissão/concessão dos ônibus. O prefeito Marcelo Alencar “fingiu” que vetou. A câmara derrubou o veto e o prefeito não recorreu à justiça, coonestando a lei de iniciativa dos Vereadores.


2. Cumpridos os 10 anos da prorrogação, o prefeito Cesar Maia abriu o processo licitatório. Em vez de licitar a permissão/concessão, licitou as linhas e seus preços individuais, seguindo a orientação de beneficiar os passageiros (lembre a licitação de Lula para pedágios).


3. A consulta ao mercado nacional mostrou que esse critério reduziria as passagens em 30% ou mais e descartelizaria o setor. A Procuradoria do Município assumiu a responsabilidade de preparar o edital, linha por linha, inicialmente em todas as linhas zona sul, centro, zona norte. Assim foi no prazo certo: em junho de 2008.


4. A imprensa, que apoiou descaradamente César Maia, destacou o “benefício” para os passageiros. Extra: “Passagem mais barata: Licitação de ônibus beneficia os passageiros”. O Dia: “Ônibus terão kit contra assalto e tarifa mais baixa”.


5. Mas em 02 de julho de 2008 a Câmara Municipal decidiu obstruir a licitação. O Extra destacou em 03/07/2008: “Câmara anula decreto de Cesar Maia. Decisão dissolve a comissão que faria licitação das linhas de ônibus”. Mas por razões de inconstitucionalidade a licitação prosseguiu. A Fetranspor foi à justiça e conseguiu uma liminar suspendendo a licitação.


6. Entrando o novo prefeito em 2009, cancelou a licitação em andamento que estava sendo discutida na justiça. Retomou o critério de concessão/licitação do sistema. O valor geral da concessão/permissão de todas as linhas era estimado em moeda de hoje em 60 bilhões de reais. Mas a prefeitura de hoje, alegando tecnicalidades sobre regiões e concessionárias, licitou todas as linhas juntas sem qualquer referência às tarifas.


7. Venceram as mesmas empresas com o nome de consórcios. Não tiveram que pagar UM CENTAVO sequer. E mais: o ISS, que por lei no período do prefeito Saturnino estimando os 5% e cobrando por um valor reajustável pelo número de ônibus, gerou a impossibilidade de fiscalização. Na regulamentação da nova lei nacional do ISS, em 2004, a tentativa de voltar a cobrar por % do faturamento foi impedida pela Câmara Municipal que manteve o critério de cobrança em valor fixo, anualmente reajustável, por ônibus.

O prefeito Eduardo Paes resolveu além de nada cobrar pela concessão/permissão, abrindo mão de 60 bilhões que seriam pagos mensalmente (240 cotas para 20 anos para 1.000 linhas), ainda reduziu o ISS passando o estimado anterior (entre 2% e 5%) para 0,001%.


Leia a nota oficial do BRT.

Minha opinião

As empresas de ônibus têm muito dinheiro e os políticos (e muitos juízes) têm fome por propinas.

Ninguém tem coragem de fazer uma licitação seria por que sabe que vai colocar sua vida e a de sua família em risco, pois os próprios ‘propineiros’ da Câmara Municipal, dos quais muitos são traficantes e milicianos, podem “suicidá-lo”.

Os caloteiros são os principais responsáveis pelos prejuízos das empresas, não a falta de incentivos ficais, mas em por que as empresas não investem em mais seguranças? Por que é mais fácil (e barato) financiar campanhas políticas e receber incentivos depois.

Incentivos fiscais pra empresários bilionários é um acinte. Um absurdo! Mas acostumaram mal muitos empresários do país. Pior é que a população não percebe o absurdo dessas políticas paternalistas que criam campeões nacionais.

Incentivos fiscais é política de políticos que se preocupam mais com os empresários (e o dinheiro gordo pra campanha e/ou propinas) que com os pagadores de impostos. Veja o que aconteceu com a Ford, acostumada a receber incentivos bilionários, relaxou e fechou após receberem um NÃO do ministério da economia. O atual ministro foi bem claro: “o mercado se autoregula, se vc é competente se mantém aberto, se não é fecha e dá espaço pra quem é. Fim”.

A imprensa em uníssono lamentando a paralisação é outro absurdo. Deveriam estar comemorando como comemoram os fechamentos de shoppings e lojas de rua.

O Covid-19 não entra nem ônibus ou o povo trabalhador não tem o direito de fazer lockdown?

Ah sim! Se a classe operária não ir trabalhar em ônibus lotado, vai faltar comida e conforto pra quem pode trabalhar em casa e nos estúdios de TV.

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12 respostas

    1. É sim. É tendência mundial entre o pessoal que quer melhorar o mundo derrubando o que já está pronto pra construir outro no lugar. Se você achou nojento, você é normal como eu. Como a maioria.

  1. Sem álcool em gel já estaríamos todos mortos, mas parece que algumas pessoas não entendem como é importante ouvir os especialistas.

  2. Para o brandy ser considerado Cognac, necess rio que as uvas tenham sido cultivadas, fermentadas e destiladas na Fran a, mais especificamente na regi o de Charente, ao norte de Bordeaux. l que est localizada a cidade de Cognac, que deu nome bebida.

    1. Não. Errado.
      O Conhaque originou-se na região de Cognac, próxima a costa leste, quando marinheiros franceses, precisando de espaço nos porões dos navios, resolveram destilar o vinho popular produzido ali. Do acondicionamento dessa bebida destilada em barricas de carvalho, surgiu a cor dourada, hoje típica do conhaque. A região não fica em Bordeaux, fica longe, bem ao norte do outro lado do Garona (Garonne).

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