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Mais uma postagem politicamente incorreta pra pra você.

Após a legalização do plantio de Cannabis na Califórnia, viticultores do maior estado produtor de vinhos dos EUA alertam sobre os prejuízos aos seus vinhedos.

Cannabis: como ela prejudica o terroir dos vinhos da Califórnia.

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Após a legalização do plantio de Cannabis na Califórnia, viticultores do maior estado produtor de vinhos dos EUA alertam sobre os prejuízos aos seus vinhedos.

Índice da postagem

A história da Califórnia.

A Califórnia é democrata ou republicana?

Como a Cannabis prejudica os vinhedos.

Países que estão mais distantes da legalização da maconha

A história da Califórnia.

Califórnia é um nome de origem portuguesa, siguinifica forno de cal utilizados em Portugal, principalmente na região de Sesimbra (onde tem uma praia chamada de Califórnia pelo mesmo motivo).

O nome foi usado num romance espanhol do século XVI, no qual era descrito uma ilha paradisíaca com esse nome, ao chegarem na região pela primeira vez, os espanhóis imediatamente a associaram à cidade do romance.

Mesmo depois de passar a fazer parte dos EUA após o TRATADO DE GUADALUPE, tratado de paz que pôs fim à Guerra Mexicano-Americana (18461848), era visto como um lugar muito distante, longínquo, e só começou a ser populado com a Corrida do Ouro.

Início do ciclo de prosperidade californiana.

Hollywood

Foi exatamente por ficar no “fim do mundo” que a região começou a prosperar, graças à ganância de Tomas Edison, que cobrava patentes por tudo que tinha luz elétrica, o que fez os primeiros estúdios de cinema do país, situados em Nova York, irem pra bem longe dos olhos de Edison.

Foi assim que Hollywood, distrito de Los Angeles, virou a capital do cinema americano. Lá ganhavam duas vezes: se afastaram das patentes e agora tinham mais Sol pra trabalhar, pois os primeiros equipamentos de cinema exigiam muita luz ou dias bem claros, dias ensolarados eram comuns na Califórnia.

Empresas de Tecnologia

Mais tarde outras empresas também fugiram das várias patentes indo pra Califórnia, destaques para a Hewlett Packard: HP. A região virou o centro de tecnologia do país. Em 1940 a Shockley inventou o transistor ali, ela não existe mais, mas de seus antigos funcionários surgiram empresas como a Intel, AMD, KPCB, Teledyne, etc.. Hoje é famosa pelo Vale do Silício (nome cunhado pela primeira vez por uma revista local em 1970) e pelas empresas de fabricação de automóveis e de tecnologia para a exploração espacial como a NASA (1958) e a EspaceX (2002).

Região Estratégica na Segunda Guerra Mundial.

Com a entrada dos EUA na guerra, o governo incentivou a migração de empresas e pessoas pra lá, além de mudar os centros de treinamentos, polos cirúrgicos e de inteligência militares também. O governo sabia que precisava de tecnologia pra guerra, foram beber da fonte. Precisava também de se afastar da possibilidade de que um sempre eminente ataque à capital alemão ou soviético (que ainda eram aliados), minassem sua indústria de guerra. A Califórnia ficava distante da guerra no Atlântico, correu alguns riscos de ataque japonês mas esses não tiveram ímpeto para o ataque.

A Internet nasceu na Califórnia

Em 1969 surgiu a precursora da Internet, a  ARPANET. A Arpanet foi criada pela ARPA (Advanced Research Projects Agency), agência de pesquisas do Departamento de Defesa do Governo dos EUA (hoje chamada DARPA). 

Fonte: Visão Libertária

A liberação da maconha na Califórnia

A votação popular que decidiu sobre a liberação do plantio e do uso recreativo se deu em 1º de janeiro de 2016 e em 2018, no mesmo ano em que a lei passou a valer, o estado já era o principal produtor de maconha legal do mundo. Isso aconteceu por causa do espírito empreendedor americano. Várias pessoas migraram de outros estados para poder produzir lá, a maioria com mais coragem que recursos.

Houve um boom na produção que por outro lado fez começar o êxodo de empresas que não gostaram nada nada da possibilidade de seus funcionários trabalharem sob efeito da maconha ou tendo seus desempenhos prejudicados.

A Califórnia é democrata ou republicana?

Apesar de ser um polo industrial capitalista a Califórnia é o estado mais progressista dos EUA (e o mais populoso também). É um paralelo com os bairros nobres das grandes cidades do mundo como crianças ricas criadas protegidas das dificuldades do mundo. Eles crescem acreditando no discurso de igualdade e se sentem culpados por terem tanto e muitos terem quase nada, a luta por justiça social é a forma que encontraram para pagarem a pena por nascerem ricos. Dividir suas mesadas com os mais pobre está fora de questão.

A califórnia sempre foi conservadora, normal para um polo industrial que nasceu combatendo nacionais socialistas e comunistas, mas as novas gerações não viveram essa época, já nasceram sob a liberdade herdadas de seus avós e bisavós que lutaram contra o socialismo, por isso não temem o socialismo. O defendem.

O último governador conservador eleito na califórnia foi Ronald Reagan (1967 a 1975), ele também foi o último presidente republicano que venceu no colégio eleitoral californiano. Reagan foi presidente de 1981 a 1989. Depois disso só elegeram democratas. Hoje é o maior colégio eleitoral dos democratas.

A Califórnia foi o primeiro estado a levantar suas fronteiras para imigrantes ilegais. A imprensa brasileira mostrou isso como algo excelente pois sabe que o brasileiro não tem idéia do que realmente se trata o problema, aqui não temos isso, são poucos os que tentam fugir pra cá, fora os venezuelanos que fogem da morte por inanição e da repressão do governo “democrático” de Nicolás Maduro.

A mesma imprensa se calou quando a presidente Dilma deportou refugiados cubanos que vieram competir nas Olimpíadas de 2016 no RJ e pediram asilo ao Brasil, mas a pedido de Fidel Castro, foram deportados.  

Em 1998, o democrata Gray Davis ganhou as eleições, e uma de suas primeiras decisões foi a de desistir de continuar a defender a lei que protegia as fronteiras nos tribunais em nome do Estado da Califórnia.

Como a Cannabis prejudica os vinhedos

Fonte: Vinho e Gastronomia

Plantações de cannabis apresentam incompatibilidade com vinícolas vizinhas

A imagem de belos campos de vinhas enfileiradas em Santa Barbara, na Califórnia, está ameaçada por um novo vizinho: a cannabis, recentemente legalizada e que já provocou uma corrida por terrenos para expansão da produção.

A incompatibilidade das duas plantas tem origem principalmente na facilidade em que a cannabis cresce nos campos, pois ela pode ser considerada uma erva daninha, e pode ter sua produção prejudicada por alguns dos defensivos agrícolas normalmente usados na produção vinícola. Outra diferença fundamental é que a parte utilizada na produção vinícola é o fruto, enquanto a cannabis utiliza outras partes da planta, que podem ser inutilizadas com fungicidas necessários para a defesa das vinhas, gerando responsabilidade da vinícola pela perda de produção.

O problema, aliás, pode ser ainda mais complexo: a cultura de cannabis é incompatível com praticamente qualquer outra produção agrícola, e exige testagem negativa para qualquer outra substância não-orgânica, incluindo algumas utilizadas na produção orgânica, gerando uma enorme preocupação para qualquer agricultor.

A preocupação dos produtores vinícolas é maior ainda pois o tradicional cheiro que as plantas de cannabis exalam é carregado de terpenos, uma substância que afeta os aromas do vinho de forma semelhante ao eucalipto. Uma das soluções, que é a produção e manejo em estufas de PVC, trazem outro efeito negativo: elas modificam a paisagem, que fica menos atrativa para os enoturistas, reduzindo a possibilidade de explorar essa crescente indústria que ajuda a incrementar as receitas dos produtores.

Grande parte do problema vem da falta de regulamentação na nova produção, já que muitos produtores de cannabis são pequenos, e acabam se instalando em propriedades próximas demais às áreas de cultivo de vinho. No caso específico da Califórnia, muitas das licenças a estes produtores foi dada de forma precária, o que trouxe preocupação generalizada às vinícolas de Santa Barbara.

A questão toma ainda maiores proporções quando imaginamos que diversos países vêm legalizando o consumo e a produção de cannabis: na América Latina, o Uruguai liderou este movimento, sendo que praticamente todas as regiões do país tem alguma produção vinícola. Outro caso relevante é o de Portugal, onde a produção medicinal da erva foi autorizada, e as condições ideais de produção se localizam principalmente na porção mais quente do sul do país, o Alentejo.

Enquanto os produtores mostram suas preocupações, a única saída possível é pressionar as autoridades responsáveis, para que façam uma regulamentação que garanta que as novas autorizações de produção ofereçam a segurança necessária tanto para as vinícolas quanto para as plantações de cannabis, mas os debates estão apenas começando nessa questão que promete gerar muitos atritos.

Países que estão mais distantes da legalização da maconha

MALÁSIA

Neste país do sudeste asiático, quem for encontrado com mais de sete gramas de maconha ou 14 gramas de heroína é condenado à morte. Isso porque essas são as quantidades que configuram o crime de tráfico na Malásia. 


Quem for encontrado com quantidades ainda menores também será punido, mas com prisão ou multas. A posse de drogas é ilegal no país.

CHINA

Na China, a tentativa de tráfico de drogas leva à pena de morte ou prisão perpétua. O mesmo vale para quem for flagrado produzindo o material. Somente em 2007, cerca de 470 pessoas foram executadas no país, devido a crimes relacionados às drogas.

Além disso, o porte de pequenas quantidades de qualquer tipo de droga pode resultar em internação obrigatória em uma clínica de reabilitação pública.

VIETNÃ

No Vietnã, se uma pessoa for flagrada com mais de 1,3 kg de heroína, ela automaticamente será encaminhada à execução. E essa é só uma das penas aplicadas no país.

Se a quantidade for menor que essa, ou se a pessoa for encontrada com qualquer outro tipo de droga, ela será levada a centros de reabilitação criados pelo governo. Nesses locais, não há tratamentos médicos ou psicológicos. Os internados são, na verdade, torturados, submetidos ao trabalho escravo e recebem lições duras de disciplina.

ARÁBIA SAUDITA

O porte e a venda de drogas e de bebidas alcoólicas são estritamente proibidos na Arábia Saudita. Pessoas que têm em mãos qualquer uma dessas substâncias são punidas com: multas, prisões, açoitamento público ou morte.


O porte e o consumo costumam causar prisões e açoitamento público, nos piores dos casos. Já os traficantes são punidos com decapitação pública, da mesma forma que os estupradores.

CINGAPURA

Em Cingapura, o crime de tráfico de drogas leva à morte. Para ser configurado como traficante, uma pessoa precisa ser flagrada com pelo menos 17 gramas de maconha ou 14 gramas de cocaína ou heroína. A execução é feita por meio de enforcamento.

Segundo dados da imprensa internacional, entre 1991 e 2004, 400 pessoas foram condenadas à forca por tráfico de drogas nesta cidade-Estado.

INDONÉSIA

Se uma pessoa for pega com pequenas quantidades de maconha na Indonésia, ela pode ser condenada a 20 anos de prisão. Para o porte e o consumo de qualquer outra droga, a punição chega a 12 anos.


Mas, se for confirmada a prática de tráfico de drogas, o acusado será condenado à morte e a execução se faz por meio de um pelotão de fuzilamento.

EMIRADOS ÁRABES UNIDOS

Apesar de Dubai ser um dos destinos mais procurados por jovens em busca de diversão, a cidade é uma das mais intolerantes quando o assunto é droga. 

A pena, normalmente, é cumprida na cadeia, porém os critérios são bastante rígidos: qualquer vestígio de droga pode deixar uma pessoa presa por, pelo menos, quatro anos.

Um dos exemplos citados pela imprensa internacional é o caso de um cidadão britânico que foi flagrado com 0,003 grama de maconha na parte de baixo da sola de seu sapato. A quantidade mínima da droga, impossível de ser vista a olho nu e, provavelmente, chegou ao sapato depois que o britânico pisou em algum lugar. Mesmo assim, ele foi condenado a quatro anos de prisão.

Fontes:

Google Trends

VIsão Libertária no Youtube

Vinho e Gastronomia

E o livro que você pode baixar abaixo:

Minha opinião.

Maconha não é assunto para crianças, é para adultos.

Nunca deveria ser legalizada baseada no que os usuários (e políticos que defendem leis brandas pro tráfico) pensam, que é como é feito hoje, novas leis deveriam ser baseadas nas opiniões e depoimentos dos pais de usuários, pois são eles que sabem de verdade o que a droga faz com o usuário..

Para uso medicinal? Sim, apóio. Apesar de saber que é apenas um dos passos que os progressistas usam pra legalização. Eles são sonsos. Pedem a mão e quando a sociedade percebe já perdeu o braço. Foi assim na Califórnia e em todos os países onde hoje ela está legalizada.

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12 respostas

    1. É sim. É tendência mundial entre o pessoal que quer melhorar o mundo derrubando o que já está pronto pra construir outro no lugar. Se você achou nojento, você é normal como eu. Como a maioria.

  1. Sem álcool em gel já estaríamos todos mortos, mas parece que algumas pessoas não entendem como é importante ouvir os especialistas.

  2. Para o brandy ser considerado Cognac, necess rio que as uvas tenham sido cultivadas, fermentadas e destiladas na Fran a, mais especificamente na regi o de Charente, ao norte de Bordeaux. l que est localizada a cidade de Cognac, que deu nome bebida.

    1. Não. Errado.
      O Conhaque originou-se na região de Cognac, próxima a costa leste, quando marinheiros franceses, precisando de espaço nos porões dos navios, resolveram destilar o vinho popular produzido ali. Do acondicionamento dessa bebida destilada em barricas de carvalho, surgiu a cor dourada, hoje típica do conhaque. A região não fica em Bordeaux, fica longe, bem ao norte do outro lado do Garona (Garonne).

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