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Como os Vinhos São Pontuados?

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“O vinho é uma das coisas mais civilizadas e naturais do mundo que alcançou a maior perfeição. Oferece uma gama maior para o prazer e apreciação do que possivelmente qualquer outra coisa puramente sensorial.”
Ernest Hemingway

1- Como o Sistema de Pontuação de Vinhos Começou?

A atribuição de notas de degustação e outras formas de avaliação existem desde os primórdios da história do vinho, mas o uso do sistema numérico de avaliação é um recurso mais recente. Durante o século XX, enquanto o interesse americano em vinho ainda estava em fase de crescimento, consumidores eram bombardeados com uma grande variedade de vinhos de todas as partes do mundo.
Esse excesso de opções acabou criando um nicho de mercado para “críticos do vinho” que conseguiram desenvolver um serviço de avaliação e recomendação dos rótulos.

O objetivo era facilitar o processo de escolha e compra para os consumidores menos informados. Pensando nisso, eles seguiram um padrão semelhante ao utilizado em revistas de avaliação de produtos como a Consumer Reports e Which?, com resenhas curtas e simples que pudessem ser lidas e interpretadas rapidamente até pelos consumidores com menos conhecimento sobre o assunto.

A popularização do sistema numérico de avaliação é vinculada ao crítico americano Robert Parker, que patenteou seu método na década de 1970.

No sistema de Parker, os vinhos eram avaliados numa escala de 50 a 100 que poderia ser sutilmente correlacionada ao sistema americano de notas (de A a F).

Os vinhos eram considerados “acima da média” ou “bons” se conseguissem uma nota de, pelo menos, 80 pontos. Os leitores das revistas de avaliação de vinhos, como a do próprio Parker (The Wine Advocate), Wine Spectator, The Wine Enthusiast e outras, podiam ver rapidamente as avaliações de centenas de vinhos, totalmente “resumidos” em avaliações numéricas.

Desta forma, os consumidores mais exigentes poderiam se concentrar apenas na compra de vinhos com boa pontuação, tendo assim a “garantia” de que se tratava de vinhos com boa qualidade.
Em paralelo a isso, lojas e vendedores viram nesse sistema uma ferramenta de marketing praticamente pronta.
Por meio dela, eles não precisariam nem pesquisar ou provar o vinho antes de colocá-lo à venda, pois a qualidade estaria “comprovada”.

A popularidade desse método se tornou uma vantagem para a indústria de vinhos. Os rótulos classificados como “excepcionais” tinham a garantia de boas vendas no mercado. Vinhos que eram avaliados como “extraordinários” ou “clássicos” começaram a adquirir fiéis seguidores que, junto à produção limitada, contribuíram para um aumento astronômico em seus preços.
Em meio a isso, surgiu até um segmento de vinhos de investimento que visava capitalizar em cima da especulação e do eventual aumento no preço dos rótulos de melhor pontuação.

A influência do sistema de avaliação de vinhos foi determinante para o crescimento dos mercados da Ásia, Rússia e América do Sul na virada do século XX.

Quais são os critérios de avaliação?

Os profissionais que dedicam suas vidas à experimentação e degustação de vinhos se baseiam em três etapas — o exame visual, o olfativo e o gustativo — para fazer a análise da bebida e definir o que é um bom vinho. Esses parâmetros são critérios técnicos de julgamento e não condizem com a avaliação pessoal de um consumidor. Na prática, elas funcionam da seguinte maneira:

Visual: na primeira etapa da análise técnica de um vinho, avaliam-se aspectos como limpidez, brilho, tonalidade de cor, entre outros. Esses fatores dão uma ideia ao avaliador do estilo de vinho a ser degustado, como a idade do vinho por meio da coloração, se foi filtrado ou não, dentre outras características visuais;

Olfativo: avalia-se no aroma a intensidade, sua nitidez e a possível presença de defeitos. Nitidez significa o quão fácil é percebido o aroma do vinho; a intensidade em alguns vinhos é bem-vinda, já em outros, nem tanto. Dessa forma, não há uma regra a ser seguida. Os aromas defeituosos podem ter várias origens, como o ácido sulfídrico, que geralmente remete ao cheiro de ovo de podre, por exemplo. Outro exemplo pode estar associado ao desenvolvimento de levedura Brettanomyces, que produz substâncias que podem lembrar cheiros de remédio ou estábulo;

Gustativo: por fim, avalia-se o vinho no paladar. Um aspecto de grande importância é o equilíbrio entre os sabores. A acidez deve estar de acordo com o teor alcoólico e a intensidade de taninos do vinho. Outro aspecto muito importante é a nitidez gustativa, ou seja, o sabor do vinho deve ser condizente à sensação experimentada pelo degustador ao cheirar a amostra. Um vinho com aromas frutados e cítricos, em boca, deve manter o caráter frutado e apresentar boa acidez. Já um vinho tinto com aroma amadeirado deve mostrar a potência e a intensidade no paladar. Além disso, outro aspecto que conta pontos em uma avaliação é a persistência do sabor na boca.

3- Como é feita a classificação?

Cada crítico ou publicação decide qual método usar na hora de avaliar um vinho. Com a popularização crescente da bebida, hoje são centenas de sites, profissionais e pessoas especializadas em provar, analisar e escrever sobre vinhos.

A britânica Jancis Robinson segue uma escala de 20 pontos, sendo 12 a nota mínima. O sistema é baseado no modelo da educação superior francesa. Um vinho nota 20 é considerado “verdadeiramente excepcional” enquanto um que recebe nota 12 tem “falhas ou desequilíbrio”.

Jancis Robinson

A pontuação é dada para o sabor do vinho quando ele foi provado, levando em consideração o potencial de evolução percebido.
A revista norte-americana Wine Spectator usa o sistema de pontuação de 50 a 100.

Os testadores da publicação fazem experimentações às cegas. Antes de iniciar o processo, um vinho já analisado é provado e usado como referência. Outros vinhos previamente testados são incluídos entre os que estão sendo analisados para garantir a consistência do método.

A nota máxima é dada para um vinho considerado “clássico”, já a mais baixa é atribuída a um vinho “não recomendado”.

As avaliações são baseadas principalmente na qualidade potencial: quão bons os vinhos serão quando estiverem no “auge”.
Considerado o crítico de vinhos mais importante do mundo, o também norte-americano Robert Parker foi o responsável por popularizar esse método de análise que vai de 50 a 100 pontos, hoje conhecido como escala Robert Parker. Segundo Parker, os sistemas usados anteriormente, principalmente os de 20 pontos que se tornaram populares no continente europeu, não davam flexibilidade suficiente para o avaliador e acabavam resultando em análises compressadas.

A “The Wine Advocate”, publicação criada por ele, “preza por uma avaliação do vinho de forma dura e crítica”. Parker diz que prefere subestimar a qualidade de um vinho ao invés de superestimar o produto, deixando de lado qualquer conceito prévio na hora de fazer a análise da bebida.

Como citamos anteriormente, o sistema avalia entre 50 e 100 pontos.

No geral, as pontuações apresentam os seguintes significados:
50 a 59: vinho é falho e impróprio para consumo.
60 a 69: vinho é falho e não recomendado, mas é possível beber.
70 a 79: vinho é falho e tem gosto “médio”.
80 a 84: vinho é “acima da média” a “bom”.
85 a 89: vinho é “bom” a “muito bom”.
90 a 94: vinho é “superior” a “excepcional”.
95 a 100: vinho ícone ou “clássico”.Para alguns críticos, no entanto, vinhos com notas inferiores a 80 pontos sequer têm suas análises divulgadas.

4 -Peso de cada ítem nas fichas dos concursos internacionais, temos o seguinte peso pra cada ítem:

Exame:
visual: tonalidade, reflexos, limpidez, cor 16%;
olfativo: qualidade, intensidade, persistência 24%
aroma de boca: qualidade 16%
aroma de boca: intensidade 16%
aroma de boca: persistência 12%

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12 respostas

    1. É sim. É tendência mundial entre o pessoal que quer melhorar o mundo derrubando o que já está pronto pra construir outro no lugar. Se você achou nojento, você é normal como eu. Como a maioria.

  1. Sem álcool em gel já estaríamos todos mortos, mas parece que algumas pessoas não entendem como é importante ouvir os especialistas.

  2. Para o brandy ser considerado Cognac, necess rio que as uvas tenham sido cultivadas, fermentadas e destiladas na Fran a, mais especificamente na regi o de Charente, ao norte de Bordeaux. l que est localizada a cidade de Cognac, que deu nome bebida.

    1. Não. Errado.
      O Conhaque originou-se na região de Cognac, próxima a costa leste, quando marinheiros franceses, precisando de espaço nos porões dos navios, resolveram destilar o vinho popular produzido ali. Do acondicionamento dessa bebida destilada em barricas de carvalho, surgiu a cor dourada, hoje típica do conhaque. A região não fica em Bordeaux, fica longe, bem ao norte do outro lado do Garona (Garonne).

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