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Guerra e Vinho: um livro que você não pode deixar de ler.

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Numa narrativa de tirar o fôlego, este livro acompanha a saga de tradicionais famílias de vinicultores franceses que impediram os nazistas de roubar um de seus símbolos mais genuínos: o vinho. Usando de incríveis artimanhas — como a construção de paredes com teias de aranha para esconder safras preciosas, sabotagem de trens que transportavam vinho para a Alemanha —,

os produtores de vinho formaram uma espécie de Resistência paralela a fim de proteger a economia da França e preservar um de seus prazeres mais inebriantes e diletos. Baseado em três anos de pesquisas e de entrevistas com testemunhas que sobreviveram a esses fatos, “Vinho & Guerra” lança luz sobre um capítulo comovente e pouco conhecido da história, prestando tributo a pessoas extraordinárias que, num sentido muito real, salvaram o espírito da França.

Título original: Vinho & Guerra: Os franceses, os nazistas e a batalha pelo maior tesouro da França. Autor: Don Kladstrup

Sinópse: Em 1940, logo depois da ocupação da França pelos nazistas, o exército alemão iniciou uma campanha para pilhar um dos símbolos franceses mais tradicionais e prestigiados: seu vinho. A exemplo de outros membros da Resistência, os vinicultores se mobilizaram para reagir aos ocupantes, mas a saga de suas proezas heróicas permaneceu em grande parte desconhecida – até agora.

Resumi uma das histórias do excelente livro Vinho e Guerra que estou lendo pela segunda vez:

Henri Billiot com apenas 16 anos foi membro da resistência francesa durante a segunda guerra mundial.

Com seu pai doente e seu avô paralisado por um derrame, Henri teve de cuidar de seus pais, seus avós e seus 5 irmãos e irmãs sozinho. Dentre muitos feitos, escondeu 4 aviadores americanos em sua casa em ABONNAY (Região de Champagne) por mais de um mês, e com nazistas dormindo sobre o mesmo teto.
Na época ele apenas produzia uvas espetaculares e as vendiam para as grandes casas da região, mas hoje podemos desfrutar de seus ótimos champanhes.
http://www.champagnebilliot.fr/

Resumo:

“Vinho & Guerra” é um retrato da ocupação nazista na França vista pela ótica dos produtores de vinho das maiores regiões viníferas da França, Bordeaux, Champagne, Borgonha, Vale do Loire e Alsácia. A história é desenvolvida a partir dos relatos recolhidos pelos autores nas inúmeras entrevistas que fizeram com sobreviventes da Guerra e seus descendentes.
É permeado de histórias deliciosas, como por exemplo a forma que os franceses esconderam seus melhores vinhos dos alemães.
É um retrato diferente da França de Vichy, contada por aqueles que apenas tentavam sobreviver fazendo o que seus antepassados faziam: fabricando vinhos de alta qualidade. Gostei de poder ver a 2ª Guerra por outro ângulo. Tudo bem que os ‘personagens’ principais do livro são hoje os maiores representantes da indústria do vinho francesa, suas histórias de fato são muito boas, embora eu tenha tido uma leve impressão que rola um merchandising dos vinhos mais famosos.
A leitura é rápida e fácil (os autores escrevem muito bem). Recomendo, ótima leitura.

5 e-books, 400 págs.

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12 respostas

    1. É sim. É tendência mundial entre o pessoal que quer melhorar o mundo derrubando o que já está pronto pra construir outro no lugar. Se você achou nojento, você é normal como eu. Como a maioria.

  1. Sem álcool em gel já estaríamos todos mortos, mas parece que algumas pessoas não entendem como é importante ouvir os especialistas.

  2. Para o brandy ser considerado Cognac, necess rio que as uvas tenham sido cultivadas, fermentadas e destiladas na Fran a, mais especificamente na regi o de Charente, ao norte de Bordeaux. l que est localizada a cidade de Cognac, que deu nome bebida.

    1. Não. Errado.
      O Conhaque originou-se na região de Cognac, próxima a costa leste, quando marinheiros franceses, precisando de espaço nos porões dos navios, resolveram destilar o vinho popular produzido ali. Do acondicionamento dessa bebida destilada em barricas de carvalho, surgiu a cor dourada, hoje típica do conhaque. A região não fica em Bordeaux, fica longe, bem ao norte do outro lado do Garona (Garonne).

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