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Hocus Pocus comemora 6 anos e painel conta sua história.

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Fonte: Catalise.

A cervejaria Hocus Pocus do Rio de Janeiro celebrou seis anos promovendo engajamento com fãs através de painel que conta sua história.
Veja o painel em alta resolução no Instagram da cervejaria.

A cervejaria Hocus Pocus chegou a seis anos no mercado e usou as mídias digitais para comemorar com os seguidores da marca através de uma série de postagens que contam sua trajetória e formam um painel no Instagram.

A ação é um bom exemplo de como a cervejaria se dedica ao planejamento e investimento tanto na criatividade da série de receitas que compõem as cervejas de seu portfólio quanto no apelo provocado por sua identidade visual nas redes.

A identidade construída pela Hocus Pocus não se limita a aplicação nos rótulos de suas embalagens mas transitam em diversos pontos de contato da marca como materiais promocionais, seu bar próprio e principalmente suas mídias sociais.

Esse trabalho é fundamental para que o engajamento com seus fãs permaneça ativo como forma de entretenimento através da comunicação contínua de seus valores que dão um significado muito particular as suas cervejas, numa ação contínua de construção da sua marca.

Hocus Pocus já produz 100% de suas cervejas em sua nova fábrica

Publicado por  Carlos Felipe Freitas em  6 de setembro de 2019Categorias Tags 

Cervejaria Hocus Pocus deixa modelo cigano e já produz todas suas cervejas em nova fábrica no interior do estado do Rio.

A cervejaria Hocus Pocus criada em 2014 na cidade do Rio de Janeiro angariou nos últimos anos grande reconhecimento e forte engajamento do público com a sua marca.

Com um marketing concentrado numa atmosfera psicodélica que alcançou grande sucesso em parte pela equipe de ilustradores que a cervejaria montou, a Hocus Pocus se tornou um dos casos de cervejaria cigana que conseguiu construir um grande crescimento de vendas dentro deste modelo de produção.

Após três anos com produção terceirizada, principalmente na fábrica da cervejaria Antuérpia, a Hocus Pocus iniciou ano passado a construção de sua própria fábrica na cidade de Três Rios, no interior do Rio. Inaugurada no final de março deste ano a unidade de produção passou recentemente a produzir 100% das cervejas da marca, após uma fase de transição de seu portfólio para a nova casa.

“A ideia é ter controle total sobre as cervejas que criamos, e isso é algo mais difícil de fazermos no modelo cigano” comenta Pedro Butelli, um dos sócios da cervejaria.

Uma das estratégias no médio prazo de cervejarias ciganas é utilizar o modelo para a construção de um volume de comercialização para que posteriormente um dos riscos da construção de uma unidade de produção própria seja diminuído.

“Em comparação com ter criado uma fábrica do zero (sem ter estabelecido uma marca cigana antes, por exemplo) com certeza tínhamos um pouco mais de segurança em relação ao fluxo de vendas, sim” comenta Pedro sobre o tema

Hocus Pocus vai enfrentar novos desafios com a produção própria

A nova casa da Hocus Pocus é fruto de um investimento de R$ 8 milhões e vai gerar cerca de 100 novos empregos diretos, além dos indiretos nas áreas de produção, vendas, gastronomia, turismo e outros.

Leia também: Cervejarias ciganas do Rio de Janeiro investem em taproom containers

“Em outubro estaremos chegando a efetivamente 40 mil litros de capacidade da planta dentro do nosso funcionamento atual, mas com crescimento de tanques e turnos de produção a unidade poderá produzir até 500 mil litros dentro da localidade atual.” disse o sócio da Hocus Pocus sobre a capacidade da cervejaria.

Com todo o seu portfólio em Três Rios a marca produz em torno de 30 mil litros de cerveja mensais. Pedro comenta sobre os novos desafios com a responsabilidade da unidade.

“A fábrica é um compromisso bem grande, com custos enormes e uma responsabilidade muito maior. Como ciganos o pior que pode acontecer é simplesmente pararmos de fazer cerveja, com a fábrica a questão de sobrevivência fica muito mais urgente”

Entre prós e contras da produção própria e terceirizada o sócio da Hocus Pocus comentou “Fazer uma fabrica está longe de ser uma decisão obviamente benéfica para todos os ciganos, mas a segurança de saber onde vamos produzir no longo prazo também é ótima”

Flexibilidade de embalagens foi uma das escolhas da Hocus Pocus na fábrica

A produção para cervejarias ciganas não está entre os objetivos de início da fábrica, porém Pedro não descarta essa possibilidade numa fase futura. “Estamos abertos a essa possibilidade, sim. Não no curtíssimo prazo, mas estamos”.

Dada a amplitude de variedade de público e de cervejas construídos pela Hocus Pocus, a cervejaria investiu em numa diversidade de unidades de envasamento e de embalagens na nova fábrica.

“Temos uma envasadora de latas e uma de garrafas na fábrica, infelizmente ainda não existe tanto costume de se beber direto da lata por aqui” comenta Pedro.

Leia tambémTendências de branding para a cerveja artesanal

A localização da nova fábrica é vantajosa do ponto de vista logístico pois atende bem os dois principais mercados da Hocus Pocus que são Rio e São Paulo.

“É meio que “central” aos dois mercados, por mais que seja muito mais perto do Rio de Janeiro do que de São Paulo. É perto de Minas Gerais também” diz Pedro.

Um dos investimentos da nova fábrica num futuro próximo será na experiência do público dentro da unidade de produção, com área de consumo e contato com outros produtos que comuniquem a atmosfera criada pela marca da cervejaria.

“Planejamos que nosso público tenha contato com o espaço. Por enquanto estamos focando na qualidade e nos processos, quando tudo estiver 100% a gente começa a pensar na experiencia das pessoas na fábrica” finaliza Pedro.

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12 respostas

    1. É sim. É tendência mundial entre o pessoal que quer melhorar o mundo derrubando o que já está pronto pra construir outro no lugar. Se você achou nojento, você é normal como eu. Como a maioria.

  1. Sem álcool em gel já estaríamos todos mortos, mas parece que algumas pessoas não entendem como é importante ouvir os especialistas.

  2. Para o brandy ser considerado Cognac, necess rio que as uvas tenham sido cultivadas, fermentadas e destiladas na Fran a, mais especificamente na regi o de Charente, ao norte de Bordeaux. l que est localizada a cidade de Cognac, que deu nome bebida.

    1. Não. Errado.
      O Conhaque originou-se na região de Cognac, próxima a costa leste, quando marinheiros franceses, precisando de espaço nos porões dos navios, resolveram destilar o vinho popular produzido ali. Do acondicionamento dessa bebida destilada em barricas de carvalho, surgiu a cor dourada, hoje típica do conhaque. A região não fica em Bordeaux, fica longe, bem ao norte do outro lado do Garona (Garonne).

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