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Mais uma postagem politicamente incorreta pra pra você.

O dia em que Vampeta tomou o vinho que o Papa deu a Ronaldo Fenômeno.

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Um dos personagens mais “figurões” do futebol brasileiro nos últimos anos, Vampeta já deu cambalhota na rampa do Palácio do Planalto, levou calote de clube e até mesmo jogou fora um vinho dado de presente pelo papa João Paulo II a Ronaldo, ele conta esta e outras histórias em seu livro Histórias do Velho Vamp (Sem Cortes), da editora Leya.

No ano 2000, o volante foi contratado pela Inter de Milão e foi morar no apartamento de Ronaldo, que na época era a principal estrela da equipe italiana. Vampeta recebeu a visita de um amigo brasileiro que tocava MPB e começaram a beber alguns dos vinhos que o atacante tinha no apartamento. Sem saber, o ex-jogador abriu uma garrafa dada de presente por João Paulo II a Ronaldo.Pouco tempo depois, um dos funcionários de Ronaldo viu a garrafa, questionou quem era o responsável e Vampeta apenas disse que jogou fora o vinho porque não havia gostado do sabor.“O Ronaldo me cobra até hoje. Eu não paguei quando jogava, imagina agora que eu não jogo mais”, brincou Vampeta durante participação no quadro Arquivo Confidencial, do Domingão do Faustão.Bem-humorado, Ronaldo disse que o companheiro de seleção brasileira e Inter de Milão possuía um jeito “diferente” de degustar a bebida e por isso não gostou do vinho do Papa.“O Vampeta é brincadeira. Abriu todas as garrafas de vinho que tinha lá. O pior é que ele bebia tudo em copo de plástico, colocava gelo no vinho e achava que era ruim”, disse o ex-atacante.

Ouça a história contada pelo próprio Vamp.

O tal vinho.

Inicialmente, a vinícola Varvaglione, produtora deste vinho, escolheu o nome “Papale” como dedicatória à eleição do Papa Bento XIII, originário da Puglia, e o rótulo conta um pouco desta história.

O curioso é que em 2013 em Culver City, Califórnia, Michael Carpenter dono da loja de vinhos The Redd Collection recebeu um pedido do exterior, querendo que ele enviasse uns vinhos para Itália. O desconhecido cliente queria 115 garrafas do Primitivo di Manduria, “Papale”.
Michael estranhou muito o pedido: enviar vinho italiano dos EUA para a Itália era algo que não fazia sentido, ainda mais que cada garrafa sairia pelo dobro do valor. Quando pergunta o endereço de entrega a resposta é “Cidade do Vaticano, escritório do Cardeal Secretário de Estado”.

O vinho é muito vendido no exterior, motivo pelo qual foi mais fácil achá-lo nos Estados Unidos do que na própria Itália. E por que não um vinho argentino como o atual Papa?
É que o pedido foi feito um dia antes da “fumaça branca”, quando ainda ninguém sabia a nacionalidade do sucessor do Bento XVI, então se pensou que um vinho homenageando o País hóspede da Igreja e, ainda com nome papal agradaria de qualquer forma. Mas por qual motivo o cliente queria 115 garrafas? Porque o Conclave é formado por 115 cardeais.

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12 respostas

    1. É sim. É tendência mundial entre o pessoal que quer melhorar o mundo derrubando o que já está pronto pra construir outro no lugar. Se você achou nojento, você é normal como eu. Como a maioria.

  1. Sem álcool em gel já estaríamos todos mortos, mas parece que algumas pessoas não entendem como é importante ouvir os especialistas.

  2. Para o brandy ser considerado Cognac, necess rio que as uvas tenham sido cultivadas, fermentadas e destiladas na Fran a, mais especificamente na regi o de Charente, ao norte de Bordeaux. l que est localizada a cidade de Cognac, que deu nome bebida.

    1. Não. Errado.
      O Conhaque originou-se na região de Cognac, próxima a costa leste, quando marinheiros franceses, precisando de espaço nos porões dos navios, resolveram destilar o vinho popular produzido ali. Do acondicionamento dessa bebida destilada em barricas de carvalho, surgiu a cor dourada, hoje típica do conhaque. A região não fica em Bordeaux, fica longe, bem ao norte do outro lado do Garona (Garonne).

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