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A ciência finalmente explicou o porquê gostamos mais de vinhos com a idade e porque encontros pra tomar vinho fazem bem pra saúde.

Por que gostamos mais de vinhos com a idade? A ciência finalmente explicou.

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Mudanças na composição e produção de saliva ao longo da vida pode ajudar a explicar porque se gosta mais de vinho à medida que envelhecemos.

Fontes: Ciência e Saúde- Portugal,
Science Direct e Adega.

Se é verdade que o vinho melhora com a idade, o mesmo parece acontecer com a habilidade do paladar humano para reconhecer as subtilezas dos seus aromas. As mudanças na composição da nossa saliva e a quantidade que produzimos podem ser o segredo para que o gosto pelo sabor do vinho aumente com a idade.

Idosos sentados na vinha bebendo vinho tinto | Foto Premium
Imagem: Freepik

Estas alterações parecem intensificar a nossa perceção de aromas fumados e apimentados no vinho tinto, refere um estudo recente. A descoberta pode ajudar os produtores de vinho a ajustar a produção às diferentes faixas etárias, admitiu Maria Ángeles del Pozo Bayón, do Instituto de Ciência e Investigação Alimentar do Conselho de Investigação espanhol, que liderou este estudo.

Estudos anteriores sugeriam que a nossa saliva se torna menos abundante e concentrada à medida que envelhecemos. Para perceber melhor como é que essas mudanças podem influenciar a perceção do sabor dos vinhos, a equipa de Maria Bayón recrutou 11 pessoas com idades entre os 18 e os 35 anos e outras 11 pessoas com mais de 55 anos. Elas foram treinadas para reconhecer e classificar a intensidade dos aromas no vinho. A saliva dos participantes foi também testada para se avaliar que quantidade iriam produzir, o seu pH, proteínas e a atividade de várias enzimas.

Os resultados mostraram que os participantes mais velhos eram mais sensíveis a reconhecer os aromas fumados e apimentados no vinho tinto.

A explicação pode estar na quantidade de saliva produzida que pode afetar a diluição dos compostos aromáticos do vinho. Quanto menos saliva se produz, mais intensos serão os aromas, uma vez que são também libertadas mais moléculas aromáticas que são libertadas no ar e entram em contato com os receptores de cheiro do nariz.

A pesquisa chegou à conclusão que:

  • Mudanças na composição da saliva com a idade afetam a percepção do aroma do vinho.•
  • A intensidade do aroma é maior e dura mais em idosos do que em indivíduos mais jovens.•
  • O conteúdo de proteína da saliva está positivamente correlacionado com a intensidade do aroma percebido.•
  • O fluxo salivar está negativamente correlacionado com a maioria dos parâmetros de intensidade de tempo.

Pra ler a pesquisa na íntegra clique aqui.

Encontro pra tomar vinhos aumenta a saúde e qualidade de vida entre idosos .

Fonte: Adega

Pesquisa relaciona encontros gerados pelo vinho a mais saúde para os idosos  · Revista ADEGA
Imagem: Adega.

Um estudo sugere que beber vinho com os amigos oferece mais benefícios à saúde do que beber sozinho. Uma equipe de pesquisadores da Universidade da Flórida Central (UCF), em Orlando, recentemente tentou determinar se existem benefícios intrínsecos ao consumo moderado de álcool para adultos mais velhos ou se esses resultados positivos para a saúde podem ser um subproduto de outros fatores.

Eles questionaram se os estudos publicados sobre os benefícios do consumo moderado de álcool para a população idosa poderiam ser atribuídos ao estilo de vida adotado por esses bebedores moderados, e não ao próprio álcool como substância. Sua teoria era que o consumo moderado se correlacionava com a frequência com que os entrevistados se socializavam e que esse aumento nas atividades sociais era o que produzia resultados positivos para a saúde.

Para testar sua teoria, os cientistas examinaram dados do Health and Retirement Study (HRS), um banco de dados abrangente que rastreia as tendências sociais e de saúde, incluindo hábitos de consumo, de adultos americanos de 1992 a 2018. O banco de dados tem cerca 20.000 adultos com mais de 50 anos que vivem nos Estados Unidos.

Os pesquisadores da UCF abordaram: taxas relatadas de depressão, níveis funcionais relatados na vida diária, consumo de álcool e padrões de socialização. Eles então analisaram as respostas dos questionários destinados a medir os níveis de depressão e socialização dos participantes e, como esperavam, o grupo de consumo moderado exibiu taxas mais baixas de depressão do que o grupo abstêmio. Mas eles também notaram que o grupo dos moderados tinha uma taxa de socialização muito maior. “Beber moderadamente foi associado a contatos mais frequentes com amigos”, eles observaram.

Quando o efeito mediador da socialização é removido dos dados, o consumo de álcool por si só não afeta a taxa de depressão. Os autores concluíram que os idosos que bebem moderadamente tendem a ter uma vida social mais ativa e teorizam que a socialização é o fator chave para afastar a depressão.

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12 respostas

    1. É sim. É tendência mundial entre o pessoal que quer melhorar o mundo derrubando o que já está pronto pra construir outro no lugar. Se você achou nojento, você é normal como eu. Como a maioria.

  1. Sem álcool em gel já estaríamos todos mortos, mas parece que algumas pessoas não entendem como é importante ouvir os especialistas.

  2. Para o brandy ser considerado Cognac, necess rio que as uvas tenham sido cultivadas, fermentadas e destiladas na Fran a, mais especificamente na regi o de Charente, ao norte de Bordeaux. l que est localizada a cidade de Cognac, que deu nome bebida.

    1. Não. Errado.
      O Conhaque originou-se na região de Cognac, próxima a costa leste, quando marinheiros franceses, precisando de espaço nos porões dos navios, resolveram destilar o vinho popular produzido ali. Do acondicionamento dessa bebida destilada em barricas de carvalho, surgiu a cor dourada, hoje típica do conhaque. A região não fica em Bordeaux, fica longe, bem ao norte do outro lado do Garona (Garonne).

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