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Mais uma postagem politicamente incorreta pra pra você.

Quais bebidas estão em alta e quais caíram no gosto do brasileiro (2016 e 2017).

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Estudo feito pela Bacardi em 2016 e 2017 revelam o sobe e desce na gangorra das preferências dos brasileiros, vejamos as principais mudanças.

O gin está em alta, principalmente entre as classes A e B do Rio de Janeiro e de São Paulo, as duas mecas dos drinks no Brasil. O gin tomou de uma vez o espaço da cachaça e da vodka em 2017. Em 2016 já demonstrava seu potencial com quase 50% dos drinks pedidos nas grandes casas, em 2017 ultrapassou os 53% aproveitando o recuo da cachaça de 3,6% em 2016 e 2% em 2017. A cachaça e a vodka ainda são líderes do mercado entre as classes C e D, não por serem as mais baratas, e isso está diretamente ligado ao conservadorismo dessas classes a um produto pouco conhecido nas festas, raves, e “pré night”. Já há oferta de gin barato (R$!9,00), mas meus clientes sempre me questionam sobre o sabor, sobre os efeitos de ressaca e principalmente se combinam com sucos e energéticos, no final acabam preferindo levar o que já conhecem.

Menos cervejas ”Mucilon”, mais cervejas premium.

Cerveja também mudou, esta radicalmente, hoje as premium são as preferidas do público que pode escolher o que bebe pela qualidade. Novamente os públicos A e B puxam esta mudança, mas a classe C também está preferindo as premium das grandes cervejarias que conseguem oferecer produtos de qualidade com preços competitivos. Hoje se paga mais e se bebe menos e o consumidor está satisfeito com isso. As cervejas artesanais ocuparam 20% do mercado neste período (incluindo as especiais premium das grandes cervejarias), hoje podemos encontrar facilmente cervejas premium envasadas com 600ml, marcas como Devassa, Heinekein e Brahma Extra em muitos lugares estão com o mesmo preço das populares Skol, Antartica Original ou Itaipava, estas tiveram queda de 2% e devem cair a casa de dois dígitos em 2018, mas sem dúvidas que a grande alavanca deste crescimento se deve às ofertas das microcervejarias com suas cervejas feitas com grãos e demais insumos escolhidos com maior cuidado, são as que as principais responsáveis pelos avanços tecnológicos no setor cervejeiro pois dão especial às evoluções químicas e biológicas dos grãos, fermentos, água, etc., além de se preocuparem em criar receitas fiéis às originais já que o foco é agradar o cliente, mas também ganhar competições, e nisso as nossas microcervejarias estão se especializando. marcas como Hocus Poccus, Baden Baden, Colorado, Wäls, Votus, D’alage dentre outras sempre colocam algum rótulo no topo dos campeonatos mundiais (veja aqui as 10 melhores tupiniquins no último World Beer Awards realizado na Inglaterra realizado em 2017). A lista completa você vê aqui no site oficial da competição.

Há marcas que não estão preocupadas com os campeonatos e nem por isso se descuidam da qualidade, a Irada! Posto12 é um exemplo de um produto sonhado e realizado com sucesso por uma pessoa realizada profissionalmente (e financeiramente) que queria tomar cerveja boa na areia da praia mas só tinha oferta de cervejas “mucilon” (com milho e arroz). Trata-se do ator Malvino Salvador, que se juntou a um amigo que já fazia suas cervejas na cozinha de casa, para colocar em frente o projeto. Hoje o sucesso superou as expectativas de ambos, e a dúvida entre expandir ou continuar fazendo só porque é o que gostam é o principal assunto dentro da empresa.

Menos whisky, mais bourbon e Tennesy Whiskey.

Dessa vez a mudança se valeu da diferença do preço do whisky escocês para os dos dois espirituosos americanos. O brasileiro finalmente descobriu que o mais barato nem sempre é o de menor qualidade e vem diminuindo seu preconceito por conta do uso de grãos (milho) na bebida de nossos vizinhos do norte. Segundo a Wine and Spirts Ressearch o consumo de Bourbon e Tennesy Whiskey (como o famoso Jack D’aniels) subiu 33% em 2016 no Brasil, e os números de 2017 devem confirmar este crescimento.

Eu particularmente adoro o ‘whisky’ americano, o milho suaviza o sabor do malte, a madeira nova dos barris de carvalho americano passam melhores impressões da madeira para a bebida, principalmente o aroma de baunilha e caramelo (e aquele leve aroma de côco que eu amo), mas percebo que meus clientes ainda carregam suas preferência em vinhos na hora de escolher um espirituoso: preferem barris franceses ou eslovenos (poros mais fechados = impressões mais sutis/suaves e aromas mais complexos com o longo período de estágio na madeira), a barris de carvalho americano com seus poros mais abertos que facilitam a “troca de informações” aromáticas e gustativas (passam muita informação de cara, logo os dois anos de estágio são mais que suficientes), além do aroma característico de côco que nos vinhos poucos apreciam.

Fontes:

World Beer Awards

Revista Beer Art

ABRABE – Associação Brasileira de Bebidas

Valor Econômico

Créditos da imagens:

Borbon: Revista GQ

Gin: Revista Paladar (Estadão)

Cervejas: Revista Beer Art

5 e-books, 400 págs.

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12 respostas

    1. É sim. É tendência mundial entre o pessoal que quer melhorar o mundo derrubando o que já está pronto pra construir outro no lugar. Se você achou nojento, você é normal como eu. Como a maioria.

  1. Sem álcool em gel já estaríamos todos mortos, mas parece que algumas pessoas não entendem como é importante ouvir os especialistas.

  2. Para o brandy ser considerado Cognac, necess rio que as uvas tenham sido cultivadas, fermentadas e destiladas na Fran a, mais especificamente na regi o de Charente, ao norte de Bordeaux. l que est localizada a cidade de Cognac, que deu nome bebida.

    1. Não. Errado.
      O Conhaque originou-se na região de Cognac, próxima a costa leste, quando marinheiros franceses, precisando de espaço nos porões dos navios, resolveram destilar o vinho popular produzido ali. Do acondicionamento dessa bebida destilada em barricas de carvalho, surgiu a cor dourada, hoje típica do conhaque. A região não fica em Bordeaux, fica longe, bem ao norte do outro lado do Garona (Garonne).

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