fbpx

Mais uma postagem politicamente incorreta pra pra você.

Uma relação de vinícolas pra você fazer seu próprio vinho com custo e benefício no Brasil e Argentina. Saiba mais.

Que tal fazer um vinho com o nome de sua empresa? Veja as melhores opções.

Conteúdo protegido. Quer uma cópia? Comente, compartilhe e me chame no WhatsApp.

O que você imaginar, personalizamos pra você.

Surpreenda no presente de casamento, bodas, aniversários. Clique na imagem e saiba mais no site do fabricante.

Hoje a maioria das vinícolas se oferecem pra fazer seu vinho personalizado. É uma nova forma delas aumentarem seus lucros e reforçar sua marca.
Conheça as melhores opções de negócios selecionados pelo Uva e Cevada.

Vinícola Miolo

A vinícola criou o Winemaker, o programa para quem deseja viver uma experiência completa no mundo do vinho: participar desde a colheita de uvas até a elaboração do seu próprio vinho. Desfrutando de toda estrutura das empresas do Grupo Miolo, acompanhado do enólogo da família, Adriano Miolo, e de toda equipe da vinícola.

Como funciona?

O programa conta com 3 módulos sequenciais independentes, onde o enófilo aprende sobre a elaboração de vinhos tintos (na Vinícola Miolo),espumantes (na Vinícola Terranova) e brancos (nas Vinícolas da Campanha). As aulas são dividas em 4 encontros presenciais que acontecem no período de um ano e meio, de sexta a domingo, com exceção de um dos encontros, que acontece de quinta a domingo.

Durante os encontros os participantes ficam hospedados em belíssimos hotéis, como o Hotel e SPA do Vinho Caudaliè e Hotel Nobile Suites Del Rio Petrolina, participando de degustações especiais, almoços e jantares temáticos e harmonizados.

Ao final do programa, você ganha 60 garrafas do vinho que produziu, com um rótulo totalmente personalizado. Escolha o nome e identidade do seu vinho, agregando uma personalidade única, um marco totalmente seu. Permita-se entrar ao mundo do vinho em grande estilo!

Quanto custa?

Na Miolo tudo é mais exclusivo. O plano de negócios se chama Miolo Winemakers.

Primeiro você tem que comprar um apartamento no Spa do Vinho, que custa R$ 350 mil. São apenas 40 apartamentos disponíveis no total, desses metade já foi vendido.

Ser proprietário de um apartamento lhe dará o acesso ao clube especial de viticultores amadores que receberá aulas sobre como produzir seu vinho desde o tratamento da videira até o engarrafemento.

Galvão Bueno é um dos proprietários. Ele produz seus vinhos na Miolo há quase uma década.

Galvão Bueno fez mais, criou uma vinícola própria , a Bueno Wines, que conta com todo know how e infraestrutura da Miolo para a produção de seus vinhos, o mais famoso é o Paralelo 31, criação do enólogo mais famoso do mundo: Michel Rolland.

O vinho é feito dos vinhedos da Almadén (comprada pela Miolo). Esses vinhedos tem as vinhas mais velhas do país e fica no melhor terroir, a Campanha Gaúcha, na fronteira com o Paraguai.

A Miolo não revela em seu site quanto custa cada fase do processo, mas você pode saber enviando um e-mail pra winemakers@miolo.com.br .

Mais informações no site: http://www.miolo.com.br/winemaker/#quero-participar

MIOLO WINE GROUP VITIVINICULTURA S.A

Endereço: RS 444 – Km 21 – Vale dos Vinhedos
Bento Gonçalves – RS – CEP: 95711-000
Central de Atendimento 0800 9704165


Fabrique seu próprio espumante.

Uma novidade no Brasil é o projeto Terroir Vinhedos Exclusivos pretende seguir um modelo parecido. Ele vai oferecer 58 lotes de 1.000 metros quadrados para a construção de casas de alto padrão e caves privadas por valor aproximado de R$ 400 mil. Diferentemente dos empreendimentos argentinos, este vai elaborar somente espumantes em 4 hectares de vinhedos que estão sendo implantados no condomínio e serão gerenciados pela vinícola Geisse, de Pinto Bandeira. Haverá uma taxa de manutenção aproximada de R$ 40 mil ao ano, que inclui a taxa de condomínio e direito a 600 garrafas de espumante feitas com as uvas produzidas no local.

Spa do Vinho Condomínio Vitivinícola está no coração do Vale dos Vinhedos

Quanto custa produzir o vinho?Pablo Gimenez Rilii dá uma ideia de quanto pode custar seus vinhos: “Produzir um vinho super premium (R$ 200-300 preço médio de varejo no Brasil) custa grosseiramente cerca de US$ 14 por garrafa. Vinhos premium (R$ 70 preço médio de varejo no Brasil), cerca de US$ 6 por garrafa. Esses custos incluem produção (vinificação), barris, garrafas, cápsulas, rótulos e todas as outras despesas de produção”.

“O condômino participa e personaliza a fabricação do espumante. O processo inicia com a colheita das uvas no condomínio, vai para a Cave Geisse e depois volta ao condomínio para ser armazenado nas caves”, conta Maurênio Stortti, da M. Stortti Consultoria, um dos parceiros do projeto que pretende receber R$ 30 milhões em investimentos. As caves privadas serão construídas pelo escritório de arquitetura Bórmida y Yanzón, o mesmo que desenvolveu as edificações dos projetos The Vines e O.Fournier.

O empreendimento, localizado no Vale dos Vinhedos, também contará com um hotel boutique com 26 unidades que ficarão à disposição dos condôminos. No vinhedo, serão plantadas apenas Chardonnay e Pinot Noir com rendimento de cerca de 10 mil quilos por hectare. A participação na hora de fazer o vinho se dará nos momentos finais com a dosagem do licor de expedição (o que dá as características únicas de cada espumante) e o tempo de envelhecimento antes do dégorgement. “É isso que define a personalidade de um espumante”, diz Carlos Abarzúa, enólogo da Geisse.


Vinícola Villaggio Grando

Essa é a opção mais barata e de melhor custo x benefício.

“Na Villaggio Grando, em Água Doce, o cliente escolhe uvas, nome e embalagem do rótulo; produção de 290 garrafas custa R$ 23 mil”.

Cave da Villaggio Grando

A vinícola catarinense faz vinhos espetaculares utilizando barricas novas.

“O cliente pode escolher entre as castas mais famosas como cabernet sauvignon, merlot, malbec, pinot noir, marselan e petit verdot, pode optar por um vinho varietal (feito com uma única uva) ou um assemblage (mistura de castas), define o nome e o layout do rótulo.”

“Todo o projeto é supervisionado pelos nossos profissionais, garantindo qualidade e um resultado perfeito à criação. O cliente terá a liberdade de optar pelas uvas que deseja ter no vinho, podendo ser um corte/assemblage ou um varietal, além de escolher também o tempo de estágio em barricas”, explica Guilherme Grando, diretor comercial da empresa.”

O projeto ainda não é tão difundido, mas a procura está aumentando, segundo a vinícola. Desde 2012, ano de lançamento do projeto, foram produzidos 20 vinhos particulares. “É um projeto muito procurado por famílias, grupos de amigos e confrarias”, diz Grando.

Cada barrica produzida rende aproximadamente 225 litros de vinho, o que corresponde a cerca de 290 garrafas. O custo para produzir seu próprio vinho é de R$ 23 mil. A produção se restringe apenas aos vinhos tintos.

Durante a produção, o cliente acompanha as etapas e vê seu vinho nascer: faz o corte junto ao enólogo, prova as amostras de sua barrica e desenvolve seu rótulo.”

CONTATO

Telefone: 4935631188
VILLAGGIOGRANDOVINICOLA@GMAIL.COM
Avenida Engenheiro Lourenço Faoro,1222

https://www.villaggiogrando.com.br/


Fachin: a vinícola dos vinhos ‘naturebas’.

LOGO FACCIN black (2)_edited.jpg

 Faccin Vinhos, uma pequena vinícola no interior de Monte Belo do Sul, acaba de lançar o Meu Vinho Natureba, que permite aos participantes a chance de se tornarem vinhateiros por meio da produção de um vinho de autoria coletiva. O projeto é pioneiro no Brasil envolvendo a vinificação natural, em que a fermentação se inicia a partir de leveduras selvagens contidas nas cascas da própria uva, sem adição de sulfitos e sem correções alcoólicas, estabilização e filtragem. Ou seja, intervenção mínima durante o processo.

“O vinho natural está cada vez mais em ascensão, em razão de consumidores que querem uma alimentação mais saudável e buscam um vinho assim também. É isso que buscamos em nossos produtos: algo que nos faz bem”, explica o tecnólogo em horticultura Bruno Faccin, 28 anos, proprietário da vinícola ao lado do pai, Antônio, 60.

Bruno Faccin

Terroir e custos

Onde fica? 
Localizada na Linha Armênio Baixa, a oito quilômetros do centro de Monte Belo do Sul, na Serra Gaúcha, a Faccin Vinhos produz anualmente cerca de 6 mil garrafas, entre 10 rótulos de vinhos e espumantes de vinificação natural. As uvas utilizadas na elaboração são todas cultivadas em vinhedos próprios. Uma tradição iniciada em 1936, quando Ermínio Faccin e Joana Volpato Faccin estabeleceram-se na região, dando início a uma história de mais de oito décadas. Atualmente, a Faccin Vinhos é administrada por Antônio e Bruno Faccin, respectivamente, neto e bisneto de Ermínio e Joana.

Investimento: R$ 3,4 mil. O passaporte dá direito a um acompanhante por encontro e três almoços com vinhos. Ao final, cada inscrito receberá 50 garrafas do produto.

Inscrições e outras informações:
faccinvinhos@yahoo.com

Telefone: (54) 99614-6331

Monte Belo do Sul, Vale dos Vinhedos, RS, Brasil. CEP.: 95718-000

www.faccinvinhos.com/contato


EBV: Empresa Brasileira de Vinhos

Na EBV o cliente pode escolher o blend de uvas para criar um rótulo próprio ou vinificar em grande escala para comercializar.

A ideia de criar a Empresa Brasileira de Vinificações, a EBV, surgiu em 2010, quando o enólogo uruguaio Alejandro Cardozo e o administrador de empresas gaúcho Julio Slovinsky trabalhavam juntos em uma vinícola gaúcha. Além de produzir os próprios vinhos, a operação realizava vinificações para terceiros. “Vinificação é todo o processo que envolve a transformação da uva nos mais diversos tipos de vinho”, explica Alejandro, em entrevista ao Uva e Cevada.

Segundo ele, esse é um processo que, muitas vezes, implica em muitas burocracias. “É comum as vinícolas maiores alugarem seus equipamentos e prestarem serviços de enologia para produtores menores que não têm todos os equipamentos necessários, para importadoras e restaurantes que querem uma marca própria ou até para pessoas físicas interessadas em fazer o próprio vinho”, conta.

A demanda por esse tipo de serviço é grande. “Nos chamou a atenção o fato de não existir uma empresa dedicada exclusivamente a isso, que não tivesse uma marca própria de vinho para competir com os clientes”. De olho na oportunidade, Cardozo e Slovinsky decidiram, então, criar a EBV. Atualmente eles possuem cerca de 60 clientes de todo o Brasil e em 2019, faturaram R$ 2 milhões.

A empresa foi instalada em um galpão de 3 mil metros quadrados, que precisou ser adaptado para o uso de uma vinícola, com a instalação, por exemplo, de tubulação de CO2, usado para gaseificar artificialmente alguns tipos de vinhos e bebidas derivadas. Os sócios compraram todos os equipamentos necessários para a produção: desengaçadeiras (máquinas que separam o bago do cacho), prensas, tanques de maceração e de fermentação com temperatura controlada, autoclaves (tanques para produção de espumante), barris de carvalho, engarrafadoras e, mais recentemente, enlatadoras.

Para alguns clientes, a EBV presta consultoria desde a plantação da uva até a rotulagem da garrafa, realizando toda a vinificação. Para outros, só vinifica. Para outros ainda, vende vinhos já prontos com bandeira branca. “É um atendimento customizado. O cliente pode, por exemplo, escolher só o blend. Ou pode mandar o seu enólogo para trabalhar nas instalações da EBV. Pode produzir 300 garrafas ou um milhão”. Segundo Cardozo, a garrafa mais barata sai por R$ 25, o que não inclui o valor do rótulo.

Imagem: Perfil da EBV no Instagram

Eles fazem tintos, brancos e rosés, mas a especialidade da casa são os espumantes de método charmat e eles correspondem a cerca de 80% do total da produção. Com o objetivo de agregar tecnologia, eles criaram um sistema para servir espumantes em torneiras de chope. O espumante é envasado em um barril de chope, onde o gás é mantido. Esse barril pode ser acoplado a qualquer torneira de bar.

“Os produtores de vinho ficam reclamando da concorrência das cervejarias artesanais”, diz Cardozo. “Em vez disso, decidimos surfar na onda deles. Num grupo que vai à cervejaria, sempre tem alguém que prefere vinho. Então, os bares de cerveja estão gostando da ideia de ter uma torneira de espumante. Em 2019, vendemos 2 mil barris de 20 litros para clientes revenderem”, entrega..

Quem tiver interesse em produzir o próprio vinho pode entrar em contato com eles pelo Instagram.


Vinícola O. Fournier (Argentina)

A O.Fournier é minha recomendação para fazer vinhos básicos para vender muito ou premiums e super premiums para presentear clientes e amigos.

Terroir

A  O. Fournier possui vinhedos plantados no famoso Valle de Uco, na região de La Consulta, em Mendoza, a mais de 1.200 metros acima do nível do mar. A esta altitude, ocorrem variações de temperatura entre o dia e à noite, que favorecem a produção de vinhos de excelente coloração e adequados para o longo envelhecimento em barris de carvalho.

Quanto custa?

O plano de negócios se chama O. Fournier Wine Partners.

Esse modelo, com algumas diferenças e particularidades, está por trás do The Vines of Mendoza.

Após adquirir o terreno (geralmente parcelas de cerca de 1 hectare), o investidor recebe assessoria para definir qual uva cultivar em seu vinhedo e como produzir seu vinho. No preço inicial estão inclusas taxas de manutenção até que a vinha comece a produzir realmente – o que demora cerca de dois anos –, além de custos de seguros e proteções contra granizo e geadas. Porém, não é necessário esperar pela maturidade das vinhas para que o proprietário comece a produzir seu próprio vinho.

É possível comprar ou trocar uvas dentro do condomínio (são 84 parcelas), ou seja, se seu terreno tem apenas Malbec, mas você quer fazer um vinho de Cabernet Sauvignon, basta vender suas uvas e comprar outras.

Além de poder elaborar um vinho próprio, participar do pool de proprietários traz outras vantagens para os investidores, como um certo número de diárias gratuitas no complexo de enoturismo do local – essencial para quem quer acompanhar de perto as etapas de produção – entre outros privilégios. Para tornar o negócio ainda mais atraente financeiramente, os condomínios garantem a compra da uva e dizem que essa compra tende a cobrir todos os custos de manutenção anuais.

Os custos de produção do vinho, contudo, seriam amortizados somente com a posterior venda dos rótulos no mercado – e é daí também que poderiam vir os lucros.

Eles lhe dão toda a assessoria não somente na produção do vinho, mas também na hora de exportar.

BODEGA O. FORNIER
La Consulta, Mendoza
Calle Los Indios s/n – 5567. La Consulta.
Valle de Uco, Mendoza, Argentina.
Tel: +54 11 4292-7103.

Web:
argentinawinehotels.com/bodegaofournier/bodegaofournier

Email: 
ofournier@argentinawinehotels.com



O projeto The Wines of Mendoza.

O The Vines of Mendoza, iniciado em 2005, nasceu fundamentado no turismo, com um resort de alto padrão na propriedade de 1.500 hectares, sendo que 700 deles estão disponíveis para vinhedos privados. Atualmente, o condomínio reúne 135 proprietários, sendo 30 brasileiros. “Em 2006, o valor do hectare estava em torno de US$ 90 mil e hoje já supera os US$ 210 mil, ou seja, tivemos uma apreciação de 10 a 15% ao ano”, conta o enólogo Pablo Gimenez Riili, fundador do projeto. O valor inicial inclui a propriedade da terra, as videiras, o sistema de irrigação, serviços de consultoria (feitos por Santiago Achaval, fundador da Bodega Achaval Ferrer), agricultura por dois anos e acesso à adega para vinificação.

No terceiro ano, o proprietário começa a pagar uma taxa anual de manutenção. “Se, por exemplo, o custo de manutenção do vinhedo for de US$ 3.000 por acre, o proprietário deverá pagar US$ 3.750”, conta Riili, explicando que há uma taxa de administração de 25% para a The Vines. No entanto, ele continua: “Não existe praticamente possibilidade de não vender as uvas a um preço mínimo razoável, que permite normalmente cobrir os custos de manutenção. Além disso, o The Vines é um dos principais compradores para elaborar seu vinho próprio (Recuerdo), e temos um programa em que garantimos a compra por 10 anos do excesso de produção”. Eles ainda assessoram com todos os detalhes regulatórios da pós-produção do vinho como exportação/importação, alfândega, envio e aprovação do rótulo.


Casa de UCO (Argentina).

320 hectares, destes, 80 pra você escolher sua parcela e fazer teu vinho com toda a assessoria. A Casa de Uco é um grande complexo hoteleiro no coração de Mendoza.

Quanto custa?

US$ 150 mil por uma parcela e US$ 7.500 para produção de 280 garrafas.

Mais informações: https://www.casadeuco.com/po/

Faça seu próprio rótulo.

Use o Canva.com ou o https://spark.adobe.com/pt-BR/make/label-maker/wine/ para fazer o teu rótulo personalizado do zero. São as ferramentas utilizadas pelos designers.

Fontes:

Revista Adega
Importadora Vinci (que trás os vinhos da O. Fornier).
Argentina Wines Hotels
Gazeta do Povo
Villaggio Grando
Blog O Viajante Maduro
Faccin Vinhos
Hotel News

5 e-books, 400 págs.

Saiba tudo sobre Vinhos

Quer falar sobre vinhos como um especialista?

De R$ 49,90 por R$ 4,90

Cupom expira em 01/02/2020:

Dias
Horas
Minutos
Segundos
A promoção acabou. Aguarde a próxima.
Shape
Shape

Gostou dessa postagem?

Explore as anteriores.

Não esqueça de deixar sua crítica, sugestão ou dúvida nos comentários. AJUDE O BLOG TORNANDO-SE MEMBRO OU CLICANDO EM UM ANÚNCIO.

12 respostas

    1. É sim. É tendência mundial entre o pessoal que quer melhorar o mundo derrubando o que já está pronto pra construir outro no lugar. Se você achou nojento, você é normal como eu. Como a maioria.

  1. Sem álcool em gel já estaríamos todos mortos, mas parece que algumas pessoas não entendem como é importante ouvir os especialistas.

  2. Para o brandy ser considerado Cognac, necess rio que as uvas tenham sido cultivadas, fermentadas e destiladas na Fran a, mais especificamente na regi o de Charente, ao norte de Bordeaux. l que est localizada a cidade de Cognac, que deu nome bebida.

    1. Não. Errado.
      O Conhaque originou-se na região de Cognac, próxima a costa leste, quando marinheiros franceses, precisando de espaço nos porões dos navios, resolveram destilar o vinho popular produzido ali. Do acondicionamento dessa bebida destilada em barricas de carvalho, surgiu a cor dourada, hoje típica do conhaque. A região não fica em Bordeaux, fica longe, bem ao norte do outro lado do Garona (Garonne).

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Translate »
error: Quer uma cópia do artigo? Me peça via WhatsApp. É grátis!