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Mais uma postagem politicamente incorreta pra pra você.

Quais são as cidades em que bebidas alcoólicas foram proibidas nesse natal? Leia mais pra saber porque a proibição de bebidas alcoólicas é um erro, e como ela salvou o mundo.

O prefeito proibiu: sem vinho e cerveja no natal.

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O Decreto:

O Decreto 17.484 proibiu o consumo de bebidas alcoólicas em bares, restaurantes e outros estabelecimentos de alimentação de Belo Horizonte, publicado na última sexta-feira (4), no Diário Oficial do Município (DOM). A medida começou a valer a partir de segunda (7).

De acordo com o texto, comerciantes teriam um novo cronograma de funcionamento. O decreto, por outro lado, autoriza a realização de eventos de iluminação e decoração de Natal e caravanas comemorativas, desde que aconteçam sem divulgação prévia e sem potencial de atração de público para evitar aglomerações.

Padarias e lanchonetes poderão funcionar diariamente, entre 5h e 22h, com consumo no local liberado.

A Liminar

Na sexta-feira a Justiça concedeu à Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) uma liminar que autoriza a volta da venda e do consumo de bebidas alcoólicas.

Pelo documento, o juiz responsável, Marcelo Leitão Linhares, determinou que o prefeito Alexandre Kalil “se abstenha de impor a seus associados, quanto ao consumo de bebidas alcoólicas, qualquer sanção, desde que observados os protocolos sanitários já previstos, devido ao comércio de bebidas alcoólicas”.

Segundo o magistrado, o consumo de bebidas alcoólicas nos estabelecimentos não representa, por si só, a causa relevante do aumento da transmissão.

Infelizmente a liminar foi cassada.

O prefeito

O prefeito é Alexandre Kalil do PHS (sabe-se lá o que significa esse ‘H’, mas o ´S’ é de socialista, certeza).

Kalil se elegeu e se reelegeu prefeito por Belo Horizonte surfando na popularidade entre os torcedores do Atlético MG, clube em que foi presidente.

Enquanto presidente do Atlético, Kalil ganhou destaque na mídia esportiva por declarar guerra ao Flamengo e convocar os demais clubes da série A a declarar guerra contra o rubro-negro carioca, o motivo: Flamengo querer a volta do futebol, depois por alegar que a arbitragem beneficia o rival. Claro que ele não sabia o que a CBF faria em relação ao São Paulo nos meses que se seguiram.

Kalil e a corrupção

Como todo socialista que se preze, Kalil está envolvido até a cabeça com corrupção. As denúncias do MP contra sua empresa de engenharia, a Erkal Engenharia, por contratos irregulares com o governo de mineiro em 2016, foi a primeira, de lá pra cá já são 12 investigações em curso.

Minha opinião

De uns tempos para cá, a bebida alcoólica virou a grande vilã da sociedade. Vicia, engorda, causa acidentes de trânsito. No mundo moderno, o álcool é meio malvisto. Só que nossos antepassados não pensavam assim: todo mundo enchia a cara (em alguns casos, até as crianças), em quantidades chocantes para os padrões atuais – no século 19, as pessoas bebiam o dobro de hoje.

Mais surpreendente ainda é descobrir que esse porre histórico teve um papel fundamental: ajudou a humanidade a superar epidemias, desbravar o planeta, construir impérios, vencer guerras, organizar sociedades democráticas e inventar tecnologias essenciais para o dia a dia de todo mundo. As pirâmides do Egito, as Grandes Navegações, os EUA, o feminismo, o leite em caixinha… sem bebida, essas coisas não existiriam (ou seriam muito diferentes).

Proibir o uso de bebidas é só o primeiro passo, outras medidas ditatoriais de controle sempre vêm em seguida. Basta lembrar que os nazistas, os fascistas e comunistas não cancelaram diretos de seus cidadãos de uma vez, foram aos poucos convencendo a população de que era o melhor pra elas e foram tirando um direit de cada vez. Quando a população percebe já é tarde.

Proibir o álcool nos EUA resultou na ascensão da máfia. Proibir a Coca-Cola na Alemanha nazista fez os nazistas criarem a Fanta, o pior refrigerante comprado e distribuído pela Coca-Cola. Proibir algo bom sempre faz surgir algo ruim no lugar.

Outros prefeitos também proíbem bebidas

O prefeito do Rio, Marcelo Crivela, também chegou a proibir o consumo de bebidas alcoólicas após as 22hs, mas foi chegando as eleições e ele retirou a proibição.

 Prefeitura de Araguaína, segunda maior cidade de Tocantins, baixou um decreto que proíbe a venda de bebidas alcoólicas no município, que é o primeiro em número de casos do novo coronavírus no estado. A decisão do prefeito Ronaldo Dimas (PR) prevê que sem álcool, pessoas irão reduzir reuniões em suas casas, como festas e churrascos, diminuindo o índice de transmissão na cidade.

O governador do Ceará cogitou fazer o mesmo, mas depois da repercussão, desistiu. Imagina tirar a cerveja e a boa cachaça do povo cearense… pense no caos social.

 

Senador quer proibir venda de bebidas alcoólicas em postos de gasolina em todo o Brasil

PL 6.283/2019, de autoria do do senador Fabiano Contarato (Rede-ES), pretende derrubar a portaria 1.343/2019

Vamos torcer pra essa lei não ser aprovada. Como eu disse acima, essas leis de controle parecem boazinhas pra população mas se tratam de LEIS DE CONTROLE, e quem gosta de controle é ditador (e quem defende governos ditatoriais).

As bebidas alcoólicas salvaram o mundo

E salvaram nossa civilização dezenas de vezes, mas isso a Globo não mostra. Rsrsrs…

A cerveja salvou a Europa da PESTE NEGRA.

No século 14, a peste negra se espalhava pela Europa, matando 90% das pessoas que infectava. Mas ,quando a epidemia chegou à cidade de Oudenburg, na Bélgica, o abade local proibiu o consumo de água e obrigou os cristãos a beber só cerveja. Por incrível que pareça, deu certo: muitos deles sobreviveram à peste (pois a cerveja, graças ao álcool, era menos contaminada que a água). O abade foi canonizado, e virou o padroeiro da cerveja – santo Arnoldo.

Dk Barbearia - Santo dos Cervejeiros Arnaldo de Soissons... | Facebook
O melhor santo de todos: Sto. Arnoldo.

Sem álcool não descobririam as Américas, o mundo.

Fernão de Magalhães investiu mais em bebida do que em armas, e sua esquadra de 5 navios carregava um gigantesco suprimento de vinho (cujo valor seria suficiente para comprar mais duas caravelas). Já o navio Arbella, no qual os ingleses foram colonizar a América, levava inacreditáveis 40 mil litros de cerveja e 40 mil litros de vinho – contra apenas 12 mil litros de água. Nenhum navegador que se prezasse entrava no mar sem o “tanque cheio”.

A cachaça e o whisky libertaram a América.

A produção de cachaça foi proibida no Brasil em 1860, pois Portugal queria garantir o mercado local para seus vinhos. Aí os senhores de engenho começaram a exportar, clandestinamente, a bebida para Angola. A proibição causou revolta no povo brasileiro que entre ser livre da cachaça ou livre do imperador, preferiu ser livre do imperador, e assim o golpe que criou a república ganhou apoio e Deodoro da Fonseca foi apoiado por todas as classes, principalmente as mais pobre , que eram maioria..

Em 1764, a Inglaterra restringiu o comércio de bebida alcoólica, que os colonos americanos importavam e exportavam em grande quantidade. Isso gerou uma insatisfação que viria a explodir, 11 anos mais tarde, numa guerra.

Liderados pelo general George Washington, que era dono de uma fábrica de uísque, os soldados americanos se embebedavam durante o combate – cada um tomava 1 litro de rum por dia. Em 1776, a Declaração de Independência dos EUA foi escrita por Thomas Jefferson num bar – e o primeiro a assiná-la foi um contrabandista de vinho, John Hancock.

Uma viagem pela trilha do "whiskey" | Eu & | Valor Econômico

Sem goró Louis Pasteur não teria salvado o mundo

Louis Pasteur estava prestes a fazer uma dos maiores invenções da história. Tentando entender a transformação do açúcar em álcool, ele acabou descobrindo uma técnica revolucionária: a pasteurização, que hoje em dia é usada na produção de leite, iogurte, sorvete e sucos industrializados. Ou seja: se Pasteur não tivesse se metido a estudar o goró (ele publicou dois livros sobre a biologia do vinho e da cerveja), os alimentos do mundo moderno seriam bem diferentes.

O álcool foi o precursor dos direitos das mulheres

No começo do século 20, os impostos sobre bebidas alcoólicas eram responsáveis por mais de 50% da arrecadação do governo dos EUA. Mesmo assim o país decidiu instituir, em janeiro de 1920, a lei seca – e as pessoas migraram para bares clandestinos. Isso aumentou a criminalidade e fortaleceu as máfias, mas, por incrível que pareça, teve uma consequência positiva: consolidou a igualdade de direitos entre os sexos e mostrou a força dos movimentos feministas. “Durante a lei seca, a presença de mulheres nos bares deixou de ser um tabu”, conta Iain Gately.

Elas se mobilizaram para legalizar a prática: em 1932, mais de 1 milhão de americanas já tinham se associado à Women’s Organization for National Proibition Reform (algo como “Liga das Mulheres Contra a Lei Seca”). Adivinhe só o que aconteceu: no ano seguinte, a lei seca foi revogada.


Em resumo: o álcool faz mais bem do que mal.

Fontes:

O Estado de Minas

Hoje Em Dia

O Globo

Estadão

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12 respostas

    1. É sim. É tendência mundial entre o pessoal que quer melhorar o mundo derrubando o que já está pronto pra construir outro no lugar. Se você achou nojento, você é normal como eu. Como a maioria.

  1. Sem álcool em gel já estaríamos todos mortos, mas parece que algumas pessoas não entendem como é importante ouvir os especialistas.

  2. Para o brandy ser considerado Cognac, necess rio que as uvas tenham sido cultivadas, fermentadas e destiladas na Fran a, mais especificamente na regi o de Charente, ao norte de Bordeaux. l que est localizada a cidade de Cognac, que deu nome bebida.

    1. Não. Errado.
      O Conhaque originou-se na região de Cognac, próxima a costa leste, quando marinheiros franceses, precisando de espaço nos porões dos navios, resolveram destilar o vinho popular produzido ali. Do acondicionamento dessa bebida destilada em barricas de carvalho, surgiu a cor dourada, hoje típica do conhaque. A região não fica em Bordeaux, fica longe, bem ao norte do outro lado do Garona (Garonne).

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